Sobre o Yin Yoga / On Yin Yoga

Iniciei a minha exploração pela prática de Yoga há 10 anos, mas foi apenas quando experimentei o Ashtanga Yoga há cerca de 7 anos que me rendi a uma prática diária. Logo desde as primeiras práticas senti uma profunda mudança interna, um desejo cada vez maior de me conhecer, de aprender a respeitar o meu corpo, e uma sede de conhecimento por esta prática que é o Yoga. Soube que o meu caminho era por ali. E assim aprofundei, todos os dias no meu tapete, nos primeiros 2-3 anos com professor, nos últimos anos sem professor, a praticar em casa. Aprofundei lendo livros, praticando com vários professores e viajando para a India, para a origem do Ashtanga Yoga.

Tudo parecia fazer sentido, e com o passar dos anos, cada vez eram mais claros para mim os benefícios desta pratica intensa, que nos verga, que nos dobra, perante todos os obstáculos da vida,e que nos ensina a sermos mais fortes, mais corajosos.

Mas foi também surgindo uma vontade de explorar outros métodos, outros caminhos. Foi quando me deparei com o Yin Yoga. Comecei a ler sobre o método e pareceu-me que era mesmo o que eu estava a precisar: praticar posturas no chão onde se permanece por algum tempo, trabalhando sobretudo as articulações e ligamentos. Com duas crianças pequenas em casa, e sem dormir mais que 2-3 horas por noite, o meu corpo estava a acusar um cansaço extremo e uma prática física exigente estava a retirar-me ainda mais energia do que a dar. Comprei então livros, falei com praticantes e decidi experimentar em casa.

De notar que uma prática Yin (calma, passiva) é o oposto de uma prática Yang (intenso e acelerado), como o Ashtanga. E na primeira vez que me vi sentada no tapete a permanecer nas posturas durante 1, 2, 3 minutos, a sentir desconforto, confrontada com os meus pensamentos, a minha mente começou a reagir: ‘sai daqui, o que estás tu a fazer? Vá levanta-te, inspira braços para cima, expira braços para baixo, salta atrás, salta à frente!’ Típica mente de Ashtangi. Mas lá me aguentei e pratiquei algumas posturas com tempo de permanência de 2-3 minutos. Custou, mas decidi continuar a praticar pelo menos uma vez por semana. Ao fim de duas práticas comecei a sentir uma grande diferença nas minhas ancas que são naturalmente pouco flexíveis. Comecei também a sentir que esta prática passiva me dava tempo e oportunidade de olhar ainda mais para dentro, de aprender a lidar com os sentimentos que vinham à superfície. Percebi que era uma prática muito intimamente ligada ao mindfulness. E mergulhei em livros para saber mais e mais. E comecei a experimentar em mim, diferentes sequências de posturas, diferentes tempo de permanência. Sempre com uma respiração suave com som. Sempre estando presente e observando sem juízos de valor. Tentando perceber de onde vem o desconforto, que emoções estão alojadas em cada parte do corpo. E ao longo de vários meses de prática sinto uma grande transformação, não só ao nível das minhas articulações mas uma transformação interna, uma (ainda!) maior consciência e respeito pelo meu corpo. Um maior entendimento de mim mesma.

Teria lá chegado com a prática de Ashtanga? Provavelmente sim, mas a prática de Yin tem-me trazido outros benefícios que a prática de Ashtanga não traz. A prática de Yin promove o estiramento dos tecidos mais internos, fascia e ligamentos, promovendo a libertação de energia estagnada e de sentimentos alojados nestes tecidos. Uma prática mais Yang, mais muscular não o permite. O maior tempo de permanência nas posturas numa prática de Yin promove ainda o estabelecimento de um maior nível de consciência do nosso corpo, dos nossos sentimentos. Convida a estarmos presentes, a lidarmos com o que está a acontecer, a percebermos o porquê de alojarmos tensões aqui e ali. E não temos por onde fugir, está ali à nossa frente.

A conjugação das duas práticas é na minha opinião perfeita. O equilíbrio entre Yin e Yang, entre o feminino e o masculino, o frio e o quente, o interno e o externo, a Lua e o Sol. Num eterno e contínuo crescimento, entendimento e aceitação de quem somos.

Se quiserem explorar esta prática, venham praticar comigo! Enviem e-mail para rita.amaral.pt@gmail.com para mais informações! 

 

 

I started my Yoga journey ten years ago, but it was only when I tried Ashtanga Yoga at around 7 years ago that I surrendered to a daily pra

ctice. Right from the first practices I felt a profound internal change, an ever increasing desire to know myself, to learn to respect my body, and a thirst for knowledge through this practice that is Yoga. I knew I had found my way. And so I went deep, every da

y on my mat, in the first 2-3 years with a teacher, in recent years without one, practicing at home. I read books, practiced with various teachers and travelled to India, to the origin of Ashtanga Yoga.

Everything seemed to make sense, and as the years went by, the benefits of this intense practice became clear and clear to me. Teaching me to be fierce, how to face life’s obstacles and how to be strong and courageous. But a desire to explore other methods, other ways of this journey also grew within me. That was when I came across Yin Yoga. Being a mother of 2 small children and with only 2-3 hours of sleep per night, I as extremely tired and an intensive physical practice was draining my energy even more. So I began to read about the method and it seemed that it was just what I needed: to practice seated and supine postures, holding them for a certain amount of time in order to stretch more internal tissues. I bought books, talked to practitioners and decided to try it at home.

Note that a Yin practice (calm, passive) is the opposite of a Yang practice (intense and accelerated), like Ashtanga. And the first time I saw myself sitting on my mat holding postures for 1, 2, 3 minutes, I felt deeply uncomfortable and confronted with my thoughts, my mind began to react: ‘Get out of here, what are you doing? Inhale arms up, exhale arms down, jump back, jump through!’ A typical Ashtangi’s mind. But I put up with it and practiced some postures, holding them for 2-3 minutes. It was difficult, but I decided to continue practicing at least once a week. At the end of two sessions, I began to feel such a great difference in my hips, that are naturally quite stiff. I also began to feel that this passive practice gave me more time and opportunity to look further inward, to learn to deal with the feelings that came to the surface. I realized that it was a practice very closely linked to mindfulness, to staying present. And I dived into books to learn more and more. And I began to experiment in myself, different sequences of postures, different holding times. Always with a soft breath with sound. Always being present and observing without judgment. Trying to understand where the discomfort comes from, what emotions are stuck in every part of my body, letting them out, with tears if needed! And over many months of practice I feel a great transformation, not only on my joints but also an internal transformation, a greater awareness and respect for my body. A greater understanding of myself.

Had I possibly gotten there sticking with only Ashtanga? Probably yes, but the practice of Yin has brought me other benefits that the Ashtanga practice has not. The practice of Yin works on more internal tissues, like fascia and ligaments, promoting the release of stagnant energy and blockages and feelings stucked inside these tissues. A more Yang, more muscular practice does not allow this. The longer periods of time we hold postures in a Yin practice,  promotes the establishment of a higher level of awareness of our body, of our feelings. This invites us to be present, to deal with what is happening right now, to realize why we store tensions here and there.

The combination of the two practices is in my opinion perfect. The balance between Yin and Yang, between feminine and masculine, cold and hot, inner and outer, the Moon and the Sun. In an eternal and continuous growth, understanding and accepting who we are.

If you would like to explore this practice, come practice with me! Send me an e-mail to rita.amaral.pt@gmail.com for more informations.

Yoga e alimentação Vegan – Entrevista a Maria do blog MãeGuru

Inicio um novo conjunto de artigos com entrevistas ou contribuições de pessoas que me inspiram e que espero vos inspirem a vocês também! Este primeiro artigo contêm uma entrevista à maravilhosa Maria que está por detrás do blog MãeGuru!

1. Como é que o Yoga apareceu na tua vida?

Aos 20 anos estava a terminar a formação no Instituto Português de Naturologia, estudava durante a noite e trabalhava durante o dia e de madrugada, um ritmo frenético me acompanhava, mas tinha um objetivo, em Setembro iria pegar numa mochila e seguir rumo ao Brasil, precisava de me afastar, de parar e me encontrar. Foi uma altura de grandes questionamentos sobre a Vida.

E assim foi, algo me chamava para aquela terra, uma viagem que seria apenas de um mês, mas longos meses se passaram e até anos.

O Yoga surgiu nessa caminhada, pós me a prova e conquistou-me. Voltei a Portugal uns meses, vendi o meu carro e doei toda a minha roupa, ficando apenas com uma mala de viagem.Voltei.

Foram anos de  transformações internas muito profundas, auto propus me a passar noites sem tecto e mesmo dias sem acesso a comida ou água, contacto directo na natureza mais profunda e com todos os seres que lá habitam..Os desafios foram enormes, mas a certeza que foi um processo necessário para a consciência de hoje.

Fui em busca de auto conhecimento, valores da Vida? Encontrei isso e muito mais, o verdadeiro amor, trouxe de lá a minha filha, Noá Zaya e a certeza que queria espalhar os ensinamentos do Yoga a todos os interessados.

2. Que mudanças sentiste?

O Yoga transformou a minha vida, se há algo que serei eternamente grata, é por essa descoberta.

Não pedir, agradecer.

Dar valor ás pequenas coisas, ás mais simples e verdadeiras.

A mudar o pensamento, claro que todos temos e teremos problemas e dias bastante complicados na nossa vida, mas para mim o que foi realmente transformador foi o simples entendimento que tudo na vida é transitório e que estamos aqui para vivenciar todos os sentimentos e não oprimir os menos bons.Eles existem por algum motivo, para aprendermos algo, para nos superarmos a cada dia.

O Yoga é a maior ferramenta e a mais poderosa.Trabalhando a respiração, consciência e auto desenvolvimento.

Ensina nos a vivenciar de uma forma mais presente o Presente.

Aprimoramento de força, flexibilidade e equilibro no tapete primeiramente e que inconscientemente levarás essas qualidades para os desafios do teu dia a dia.

3.  Como surgiu a alimentação vegan? Veio depois do yoga ou já eras vegan antes de começares a praticar?

Deixei primeiramente a carne em 2012, nunca almejando ser Vegan, sinceramente na altura achava que era uma opção extremista (risos). Há cerca de três anos atrás quando morava no Brasil e estava a começar a descobrir o Yoga  deixei o peixe e continuando sem almejar ser Vegan um dia.

Entretanto engravidei e começou uma preocupação sobre como seria a futura alimentação da minha filha, deparei me com a indústria dos derivados de animais e fiquei absoltamente chocada ao ver tamanha crueldade em prol do prazer humano.Assim que a Noá nasceu, parei de comprar derivados de animais e a certeza que não iria mais fazê lo. Fui comendo na rua algumas coisas com os seus derivados e cada vez ficava mais perplexa ao notar que os derivados estavam por todoo o lado, pão de supermercado, muitos dos chocolates, granolas, enfim..Comecei a ter um cuidado extra nas minha compras e claro a opção de fazer a maior parte dos alimentos na minha cozinha .

4.  Quais são os maiores desafios de uma alimentação vegan?

Inicialmente senti um grande choque a nível social quando deixei a carne, pois não conhecia ninguém com a mesma opção alimentar, entretanto as coisas evoluíram um pouco e senti cada vez mais uma abertura e respeito das pessoas a conhecer este estilo de vida e além de conhecer cada vez mais pessoas neste registo.

As pessoas mais chegadas, realmente conseguiram constatar que estava mais saudável, não me recordo de ficar doente, e a minha filha com 16 meses nunca necessitou de ir a um hospital ou tomar quaisquer medicamentos.

Mas assim que a Noá nasceu, os desafios foram crescendo. A sua envolvente social não tem este registo alimentar. Dúvidas, sugestões inconvenientes, críticas estão sempre presentes. Aí o Yoga entra mais uma vez, na paciência. Percepção de que nós é que estamos em minoria e que os questionamentos irão fazer parte mas sempre numa esperança que essa minoria passe para o outro lado 🙂 A verdade é que a pessoas sempre ficam impressionadas positivamente com o desenvolvimento da minha filha.

Senti também uma grande dificuldade em escolher um pediatra para a minha filha, felizmente depois de várias tentativas encontrei um Pediatra que é bastante informado neste sentido com o qual estou muito satisfeita.

5. Que conselhos darias a alguém que queira adoptar uma alimentação vegan?

-Aprender a cozinhar!Sem dúvida que este é o maior conselho que poderei dar.

Eu apaixonei me com a culinária vegan, nutritiva, colorida, cheirosa, diversificada…enfim..um amor para a Vida.

Hoje temos um mundo de receitas online á distância de um click, é só investirem algum tempo e colocarem mãos á obra.

-Ganhar o hábito que ler todos os ingredientes nos produtos comprados, pois até mesmo naqueles que não imaginas, poderá lá estar um “soro de leite” presente .

 

Maria Couto. Eterna apaixonada por todas as formas de Vida.Nasceu no Porto a 21 de Dezembro de 1993. Formou-se no Instituto Português de Naturologia. Uma grande introspecção levou-a a um questionamento de tudo o que lhe fora ensinado até então. Deixou de fazer sentido uma alimentação onde os animais estivessem presentes, e a procura por novas soluções, deu-lhe a conhecer um novo Mundo, repleto de aromas, cores e texturas. Mundo que a inspira e fascina a cada dia.Assim que terminou a formação, pegou numa mochila e com um mapa aventurou-se rumo ao Brasil.Teve oportunidade de se explorar e encontrar enquanto ser humano, em todos os seus ângulos, até os mais obtusos.Uma viagem que acabou por mudar a sua vida…O Yoga apareceu…colocou-a à prova e conquistou o seu coração.Uma relação da Vida para a Vida. A vontade de aprofundar o conhecimento e transmiti-lo a todos ao seu redor levou-a fazer a formação de Yoga.Dá aulas de Hatha Yoga e é autora do blog MãeGuru que surgiu com toda a curiosidade e interesse sobre o dia a dia, alimentação vegana, educação consciente de uma mãe para uma filha.

Ser mãe é saber aceitar / Being a mother is to know how to accept

Faz hoje 4 anos que me tornei mãe pela primeira vez. É difícil pôr em palavras a aventura que tem sido!
Ser mãe pode bem ser o trabalho mais difícil do mundo. Embora acredite que para muitas mulheres este papel seja natural e lhes esteja no sangue, para mim não foi bem assim. Fui mãe a primeira vez de surpresa, com uma gravidez não planeada mas que depressa se tornou desejada! A minha vida mudou radicalmente, não sei se para melhor, mas definitivamente para outro nível. Aprendi (e continuo a aprender) muitas coisas, e por isso estarei eternamente grata!

A segunda vez que fui mãe já foi parte de um plano maior. Assim que tive o meu primeiro filho, soube que tinha que ter outro também. Eu soube logo que ter dois filho seria necessário para me sentir completa, como mãe e mulher. E assim foi, com o nascimento do meu segundo filhote.

Tenho no entanto enfrentado muitos desafios. Penso que o mais difícil seja a ‘perda’ da minha liberdade. Sempre gostei de me sentir livre para poder fazer o que queria, quando queria. E aceitar que agora já não pode ser assim, tem sido duro. A palavra chave em todo este caminho de ser mãe é mesmo ACEITAR. Já escrevi sobre isto em tantos outros contextos, nomeadamente acerca da minha prática de yoga. No fim, tudo faz sentido, é como se de um círculo se tratasse, em que as várias vertentes da vida vão rodando, rodando, num círculo como uma roda, que vai andando para a frente. Mas digo a quem me perguntar que os filhos são a melhor coisa do mundo, sem dúvida alguma!

 

Four years ago today I became a mother for the first time! It is hard to put into words the adventure it has been!
Being a mother may well be the most difficult job in the world. Although I believe that for many women this role is natural and in their blood, for me it was not quite like that. I was a mother the first time by surprise, with an unplanned pregnancy that soon became the best thing that happened to me! My life has changed radically since having my first child, I do not know if for the better, but definitely to another level. I have learned (and continue to learn) many things, and for this I will be eternally grateful!
 
The second time I became a mother was part of a bigger plan. As soon as I had my first child, I knew I had to have another one, because I felt deep inside that having two children would be necessary for me to feel complete, as mother and as a woman. And so it was, with the birth of my second son.
 
I have, however, faced many challenges. I think the most difficult one has been the ‘loss’ of my freedom. I always liked to feel free to be able to do what I wanted, when I wanted to. And to accept that now it can not be quite like that, it’s been hard. The key word in all this process, this journey of being a mother is to ACCEPT. I have already written about this in so many other contexts, namely about my yoga practice. In the end, everything makes sense, it is like in a wheel, in which the several aspects of life are turning and turning, in a circle like a wheel, which is moving forward. But I will say to whoever asks me that having kids is the best thing in the world! 
 

Cuidados corporais Yoga & Ayurveda / Yoga & Ayurveda skin products

Sempre fui fã de usar óleos na minha pele, principalmente em massagens. Óleo de coco, de sésamo, de amêndoas doces e de rícino. Cada um com as suas propriedades específicas, têm sempre um efeito benéfico no corpo e na pele! Sempre os usei o mais puro possível, biológicos e de primeira pressão!

Sempre me encantaram os aromas e as propriedades destes óleos quando combinados com óleos essenciais mas nunca explorei muito as possibilidades que eles nos podem proporcionar.

Até que recentemente conheci a marca Heart Intention & Yoga Oils, uma marca Portuguesa de cuidados para Equilíbrio do Corpo, Mente e Alma inspirada na ancestralidade do Yoga e Ayurveda. Decidi experimentar dois óleos, o óleo Vata e o óleo Yin Yoga. O óleo Vata porque segundo a Ayurveda este é o meu dosha predominante e mais desequilibrado nesta altura do ano por causa do frio e do vento. (Para saberem mais sobre Ayurveda e doshas leiam este POST.) O óleo Yin Yoga pareceu-me fazer sentido já que esta prática de yoga tem-me trazido bastantes benefícios para equilibrar a minha prática de Ashtanga que é uma prática bastante Yang. Escreverei mais sobre os princípios Yin e Yang num próximo post.

Com ambos os óleos tive uma experiência sensorial fantástica, difícil de pôr em palavras! Os aromas, a textura, mas sobretudo a sensação que permanece no corpo, na alma e na mente são indescritíveis. Estes óleos não são só naturais e biológicos como são feitos com todo o amor e dedicação pela Mónica, que está por detrás da marca. E isso sente-se, e muito! Não são meros óleos que poderíamos comprar numa loja, são muito mais que isso, já que a Mónica personaliza-os e trata-os com Reiki. Posso dizer que fiquei rendida e apaixonada. Já fazem parte da minha rotina diária! Uso-os como perfume, colocando umas gotas atrás das orelhas e nos pulsos, ou após a minha prática de yoga para meditar ou depois do duche como hidratantes de corpo e claro também nas massagens!

Aconselho vivamente a experimentarem os produtos Heart Intention & Yoga Oils, que podem conhecer AQUI. Se usarem o código RA-HIYO têm um desconto de 10%, por isso aproveitem!

 

I have always been a fan of using oils on my skin, especially in massages. Coconut oil, sesame oil, almond oil and castor oil. Each with its specific properties, they always have a beneficial effect on the body and the skin! I have always used them as pure as possible, biological and cold-pressed!

Although I have been fascinated by the aromas and properties of these oils when combined with essential oils, I have never explored much the possibilities that they can offer us.

Until I recently found Heart Intention & Yoga Oils, a Portuguese brand of care for Body, Mind and Soul, inspired by the ancestry of Yoga and Ayurveda. I decided to try two oils, Vata oil and Yin Yoga oil. Vata oil because according to Ayurveda this is my predominant and most unbalanced dosha, specially at this time of the year because of the cold and the wind. (To know more about Ayurveda and doshas read this POST.) The Yin Yoga oil seemed to make sense to me since this yoga practice has brought lots of benefits to balance my Ashtanga yoga practice which is quite Yang. I will write more about the Yin and Yang principles in a next post.

With both oils I had a fantastic sensorial experience, hard to put into words! The aromas, the texture, but above all the sensation that remains in the body, the soul and the mind are indescribable. These oils are not only natural and organic, but as they are also made with love and dedication by Monica, who is behind the brand. And that makes all the difference and you can feel it! These are not the oils that you can buy in a store, these are much more than that, since Monica personalizes them and treats them with Reiki. I can say that I am surrendered and in love. They are already part of my daily routine! I use them as a perfume, behind my ears and in my wrists, or after my yoga practice to meditate, or after a shower to hydrate my skin and in my massages as well.

Get to know the products HERE and if you use the code RA-HIYO you have a 10% discount in your purchase, so enjoy!

Encontrar um bom tapete de yoga / Finding a yoga mat that works for you

[For English scroll down]

Um dos materiais mais importantes para a prática de yoga, quer de yogis novos ou daqueles mais experientes é o tapete. No melhor dos casos, os tapetes facilitam o nosso crescimento e a energia, apoiando nossos movimentos. Na pior das hipóteses, um tapete pode interferir na ligação mental que a prática de yoga nos proporciona, por ser escorregadio ou muito fino.

Se estão à procura do vosso primeiro tapete de yoga ou se apenas querem tentar algo novo e diferente, a equipa do site Reviews.com concluiu que existem alguns factores a levar em conta ao escolherem o tapete que melhor se adequa à vossa prática:

Materiais

As opções mais populares hoje em dia são feitas de PVC (cloreto de polivinilo), que tende a funcionar bem em aulas normais. Poderão optar por um material mais ecológico, ou simplesmente preferir a sensação de um tapete mais natural. Se este for o caso, podem  explorar os que são feitos de algodão, juta, borracha natural reciclada, resina ou bambu / cânhamo.

Estrutura da célula fechada ou aberta

A estrutura celular de um tapete tem a ver com a sua absorção. Os tapetes de células fechadas não absorvem a humidade, facilitando assim a sua limpeza. Os tapetes de células abertas tendem a absorver a humidade, permitindo maior aderência durante as aulas aquecidas.

Espessura e densidade

Algumas posturas de Yoga requerem equilíbrio, pelo que um bom tapete deve ser grosso o suficiente para ser amortecedor, mas não tão grosso que dificulte o equilíbrio. A espessura dos tapetes podem variar de 2 a 5 mm, sendo que os tapetes mais finos tendem a ser mais populares entre aqueles que gostam de se sentir mais o chão e os mais espessos para aqueles que preferem uma sensação mais almofadada.

Design e Textura

Existem inúmeros detalhes de design quando se procura um tapete. Embora essas opções dependam de preferências pessoais, a textura pode realmente ser bastante importante. Considerem sempre como é que sentem a superfície do tapete  tanto no início como no fim da aula (antes e depois do suor). Aqueles que são propensos a escorregar mais é melhor optarem por um tapete com uma textura que possa evitar isso.

Preciso de um tapete?

De igual importância é a questão de saber se um tapete de yoga é ou não necessário para a prática. Algumas pessoas podem optar por praticar sem tapete, mas isto vai depender também do tipo de prática . O ambiente de prática também afetará essa escolha. Se estão a  participar de uma classe de grupo, muitas vezes é mais seguro usar um tapete para manter o espaço pessoal e evitar lesões.

Para ler o artigo completo divulgado pela Reviews.com e para ver os tapetes que eles recomendam, vejam aqui: http://www.reviews.com/best-yoga-mat/.

yoga mats

One of the most important materials for practice for new and seasoned yogis is a mat. At their best, our mats facilitate growth and energy by supporting our movements. At their worst, a mat can stand in the way of the mental connection to yoga by slipping, bunching, or being too thin. As the Huffington Post put it, “You and your mat are going to see the best and worst of each other.”
Whether you’re looking for your first mat or just wanting to try something new, the team at Reviews.com determined that there are a few things to consider when finding a mat:

Materials

Popular options today are made of PVC (polyvinyl chloride), which tends to work well in normal classes. You may opt for a more eco-friendly material, or simply prefer the feel of a more natural mat. If so, explore those made of cotton, jute, recycled natural rubber, resin, or bamboo/hemp.

Open v. Closed Cell structure

The cell structure of a mat has to do with its absorbency. Closed-cell mats don’t absorb moisture, making them easy to wipe clean. Open-cell mats tend to absorb moisture, allowing for more grip during heated classes.

Thickness and Density

Yoga incorporates a lot of balance, so a mat should be thick enough to cushion you from the ground but not so thick that it makes it hard to balance. Mats can range from 1/16” to ¼”, thinner mats tending to be popular amongst those who like to connect with the ground and thicker for those who prefer more cushion.

Design and Texture

There are seemingly infinite design details when looking for a mat. While these options are up to personal preference, texture can actually be quite important. Imagine how the surface of the mat might feel at both the beginning and end of class (before and after sweat). Those who are prone to slipping on a mat may opt for a textured mat to help with this.

Do I need a mat?

Of equal importance is the question of whether or not a yoga mat is even necessary for practice. Some yogis may opt to go without a mat, which may facilitate the most seamless experience. Be advised that the environment you’re in will impact that choice. If you’re participating in a group class, it is often safest to use a mat to maintain one’s personal space and avoid injury.
 
To read the entire article released by Reviews.com and to see mats that they recommend, take a look here: http://www.reviews.com/best-yoga-mat/
 

O Regresso / The Return

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Depois de quase dois anos, estou novamente a escrever no blog. Já tinha feito outras paragens anteriormente, mas esta foi a mais longa. Penso nas razões que me levaram a deixar de escrever e a principal é sem dúvida a falta de tempo, que piorou substancialmente com o nascimento do meu segundo filho. Mas outra também importante é a falta de vontade que por vezes sinto de escrever. Não é falta de interesse, mas sim de vontade em pôr as coisas, seja pensamentos, sentimentos ou conhecimento, para fora de mim.

Isto é de facto algo em que tenho trabalhado no meu caminho rumo ao bem-estar. Hoje em dia sabe-se muito bem que a acumulação de sentimentos e pensamentos para dentro de nós pode contribuir em muito para algumas doenças, depressões e um sentimento geral de infelicidade.

Existem várias ferramentas que pessoas mais introvertidas como eu podem utilizar para as ajudar a lidar com isto. E garanto-vos, a exteriorização dos nossos sentimentos e pensamentos é maravilhosa. Não estou com isto a querer dizer que temos que dizer ou falar sobre tudo aquilo que sentimos ou pensamos, claro que não! Como em tudo, uma boa dose de equilíbrio é a chave!

A ferramenta que mais gosto de utilizar e que retomei recentemente foi a de escrever. Pode parecer fácil, e na realidade quando mantemos o hábito de o fazer, até é. Escrever num diário, tudo aquilo que pensamos e sentimos. Sem pensar muito no assunto, não é preciso que seja um texto perfeito e com sentido, pois não é suposto que alguém o leia para além de nós. O segredo é sentarmo-nos num sítio em sossego (coisa que quem tem filhos pequenos como eu pode sentir alguma dificuldade em fazer), com um caderno e uma caneta e deixar tudo fluir para a escrita. Um pouco como quando meditamos, não devemos criticar ou achar que é bom ou mau, apenas deixar sair.

Foi quando retomei a escrita do meu diário que percebi que deveria voltar a escrever no blog, pois não deixa também de ser um bom exercício de partilha e que na realidade foi uma das razões que me levou a começar o blog!

Espero desta vez conseguir manter alguma periodicidade de escrita! Com novos temas e novas partilhas!

 

After almost two years, I am back to writing again on the blog. I have done other stops before, but this one was the longest. I think the main reason that led me to stop writing was undoubtedly lack of time, which only got worse after the birth of my second child. But another important one that I can think of, is the lack of will that I sometimes feel about writing. It is not a lack of interest, but a difficulty in sharing things, thoughts, feelings or knowledge.
This is indeed something which I have worked through on my wellness journey. It is now well known that the accumulation of feelings and thoughts inside of us can greatly contribute to some illnesses, depression and a general feeling of unhappiness.

There are several tools that more introverted people like me can use to help them deal with this. And I can assure you that sharing our feelings and thoughts can be wonderful. I do not mean to say that we have to say or talk about everything we feel or think, of course not! As with everything, a good deal of balance is the key!

The tool that I like to use the most and that I recently took over is writing. It may seem easy, and in reality when we keep the habit of doing it daily, it actually is. It consists on writing on a diary everything we think and feel. Without much thought, it does not need to be a perfect or meaningful text, because no one else is supposed to read it but us. The key to do this is to sit in a quiet place (something that can be difficult for people who have small children like me!), with a notebook and a pen and let everything that goes through your mind flow to the pen. A little bit like when we meditate, we should not criticize or put a good or bad label, just let it out.

It was when I resumed writing in my diary that I realized that I should start writing again in the blog, because it is also a good sharing exercise and in fact it was one of the reasons that led me to start the blog!
I hope this time I am able to keep some periodicity of posting articles with new themes and keep sharing my wellness journey with you! 
 

Yoga Diary: Não fujo mais / I will no longer run away

[For English scroll down]
Mais uma vez estou a ter que lidar com lesões. Quem exercita o corpo de qualquer forma, seja ela desporto, no ginásio ou yoga sabe que está sujeito a lesões. Acontece. É frustrante, mas faz parte. Eu como tenho muitos problemas na minha coluna, apesar de o yoga me ajudar tremendamente, às vezes lesiono-me. Desta vez até nem foi directamente na prática, foi excesso de stress, má posição a trabalhar no computador e a dormir que resultou num torcicolo bastante doloroso, a juntar a uma dor na região lombar que me persegue há meses.

Anteriormente, a minha abordagem a uma lesão era não praticar. Estar parada e esperar que a lesão passasse. No entanto, recentemente apercebi-me que isso era equivalente a fugir. Fugir da dor. Muitas vezes a dor numa lesão tem muito para nos ensinar, principalmente quando advém de uma prática de yoga. É claro que há lesões e lesões. Mas o que aprendi recentemente é que o melhor é trabalhar à volta da dor, sem forçar nada. Mas tentar perceber porque está lá.

Então apesar de não conseguir fazer a minha prática normal, tenho optado por ir na mesma para o tapete. Foco-me na respiração e movimento o meu corpo na medida do possível. Faço umas saudações ao sol e algumas posturas em pé, modificando o que é necessário para não me magoar. Mas estou presente, estou no tapete, estou a praticar yoga de uma forma muito mais profunda do que se estivesse a praticar normalmente, sem restrições físicas. Uso a minha respiração para curar o meu corpo, para o aquecer e fazer com que a energia circule e elimine quaisquer obstáculos que estejam presentes. No fim, medito e tento perceber o que de facto se esconde por baixo da lesão.

Descobri que assim não fico frustrada, faço o que é possível, mas não fujo. Enfrento o que há para enfrentar, com calma, com paciência e com coragem.

Se quiserem ler mais sobre como lidar com lesões no yoga podem ler aqui um artigo que escrevi para o site MindBodyGreen.

 

Once again I am dealing with injuries. Everyone who exercises the body in any way, be it sports, the gym or yoga knows that is subject to injury. It happens. It’s frustrating, but it’s how it is. I have several problems in my column, and even though yoga helps me tremendously, sometimes I injure myself. This time it was not even directly in my yoga practice, but more likely excessive stress, poor position working on the computer and sleeping, which resulted in a rather painful stiff neck, together with a pain in my lower back that has been chasing me for months. In previous times, my approach to injury was not practicing yoga and wait for the injury to heal on its own.
 
However, I have recently realised that this approach is like running away…from the pain. Often the pain in an injury has a lot to teach us, especially when it comes from a yoga practice. Of course there are injuries and injuries. But I recently learned that it is best to work around the pain, without forcing anything. Instead trying to understand why it is there.
 
So although I can not do my usual practice, I have decided to step into my  mat, focusing on breathing and moving my body just as far as it is able to. Do a few sun salutations and standing postures, modifying as necessary so not to hurt me. I am fully present, I am on my mat, I am practicing yoga in a much more profound way than if I was practicing as usual. I use my breath to heal my body, to warm it up and have the energy circulating and removing any obstacle present in my body. To finish, I meditate and I try to understand what is really lying beneath the injury.
 
I found that by practicing this way, I do not get frustrated, I do what I can, but I do not run away. I face what is necessary to face, calmly, with patience and courage!
If you would like to read more on how to deal with yoga injuries, you can read here an article I wrote for MindBodyGreen.

O que o Ashtanga Yoga tem para oferecer / What Ashtanga Yoga has to offer

Tradicionalmente, o Ashtanga Yoga é practicado 6 dias por semana. Embora possa parecer exagerado, é através desta prática diária que se sentem mais os benefícios reais desta prática. No entanto, nem todos conseguem seguir este ritmo por muito tempo. Praticar a mesma sequência de posturas todos os dias pode parecer aborrecido e entediante para alguns, mas é o que torna outros ‘viciados’ nesta prática.

Eu iniciei a minha prática diária de Ashtanga Yoga há mais de 4 anos, mas demorei quase um ano a perceber realmente a mágica desta prática. Posso garantir-vos que mudou a minha vida de tal forma que acho nunca conseguirei bem descrever como.

Esta prática mostrou-me uma forma diferente de ver e viver a minha vida. Ensinou-me dedicação, como manter um compromisso e como lidar com obstáculos. Ensinou-me muitas coisas que eu desconhecia acerca do meu corpo, como aprecia-lo e amá-lo. Levou-me numa procura por algo superior, pelo meu verdadeiro Eu. Partiu-me de maneiras que nunca achei possíveis, mas ensinou-me também como voltar a reconstruir-me de volta. E isto já aconteceu vezes sem conta. Ensinou-me como enfrentar e lidar com o medo. E ainda muito mais!

Sim, o meu corpo está mais forte, mais flexível e mais tonificado, mas estou também mais presente, mais focada e calma. Estou em contacto com um propósito, uma força superior, algo que tantos continuam a negar e/ou a evitar. Mas é mesmo isto que o Ashtanga tem para oferecer na sua mais pura essência!

 

Traditionally, Ashtanga Yoga is practiced 6 days a week. Although this may seem exaggerated, it is only by daily practice that the real benefits of this yoga method are felt. However, not everyone is able to stick with this practice for a long time. Practicing the same sequence of postures everyday may be boring to some, but it is also what makes some people addicted to Ashtanga.  
 
I started practicing Ashtanga Yoga more than four years ago but it took me at least one year of daily practice to really start grasping the magic of this method. I can assure you that it changed my life in ways I will never be quite able to express. 
 
It has showed me a different way to see and live life. It has taught me dedication, commitment and how to deal with obstacles. It has taught me things I did not know about my body, how to appreciate and love it. It has lead me in search for something else, for the real me. It has broken me in ways I did not think possible, but it has also taught me how to put myself back together again. And this has happened over and over again. It has taught me how to face fear and deal with it. And so much more. 
 
Yes, my body is stronger, more flexible and toned, but I am also more mindful, focused and calmer. I am in touch with a higher purpose in life that so many of us keep avoiding and denying. This is the real offer Ashtanga Yoga has for you!  
 

Bolo de alfarroba e coco / Carob and coconut cake

No passado fim-de-semana o meu filhote fez 2 aninhos! Quis por isso fazer um bolo saudável e sem possíveis alérgenos para ele levar para a escolinha e resolvi fazer um bolo de alfarroba e coco.

A alfarroba provém da vagem da árvore Alfarrobeira e é comumente utilizada em substituição do cacau pelo saber semelhante que tem. Embora não contenha tantos antioxidantes como o cacau, a alfarroba apresenta algumas vantagens, como o facto de não conter nem agentes alérgenos nem nenhum estimulante como a cafeína ou teobromina, que estão presentes no cacau. A alfarroba é ainda naturalmente doce (ao contrário do cacau) por conter mais açúcares. No entanto, apresenta um valor calórico baixo pois não contém quase gordura nenhuma e tem um elevado teor de fibras.  É ainda rica em cálcio e vitaminas B1 e B2.

Um bolo de alfarroba é por isso uma óptima opção para crianças porque fica com um sabor igual ao do chocolate, mas sem o risco de causar alergias!

Fica aqui então a receita do bolo que fiz (retirada do blogue http://saramedeirosnutricionista.blogspot.pt) :

Ingredientes:

– 2 chávenas de farinha de espelta (podem usar trigo se preferirem, eu prefiro sempre uma alternativa mais saudável)
– 1/2 chávena de farinha de alfarroba
– 1 colher de chá de fermento
– 1 chávena + 1 colher sopa de coco ralado
– 1 1/4 chávenas de açúcar de coco (ou açúcar mascavado)
– 1/2 chávena de óleo de girassol (ou óleo de coco)
–  2 chávenas de água

Preparação:

1. Misturar as farinhas com o fermento numa taça grande
2. Adicionar o coco ralado e o açúcar
3. Acrescentar o óleo e a água e bater bem até a mistura ficar homogénea. A massa fica bastante líquida para que o bolo fique com uma  textura húmida depois de cozido
4. Untar uma forma com óleo de girassol
5. Levar ao forno a 180ºC durante 30-35 min.
Ficou delicioso e foi aprovadíssimo pelos pequeninos!!

 

alfarrobeira Last weekend my little one turned 2  years old! So I wanted to make a healthy cake without possible allergens for him to take to school and decided to make a carob and coconut cake.

 
Carob comes from the pod of the Carob tree and is commonly used in place of cacao due to its similar flavour. Although it does not contain as many antioxidants such as those found in cacao, carob has some advantages such as that it does not contain allergens or any stimulants like caffeine or theobromine, which are present in cacao. Carob is naturally sweet (as opposed to cacao) because it contain more sugars. Nevertheless, it has a low caloric value since it contains almost no fat and has a high fiber content. It is also rich in calcium and vitamins B1 and B2.
 
A carob cake is therefore an excellent choice for children because it has the same flavour as chocolate (actually sweeter!), but it does not has the risk of causing allergies!
 
Here is the recipe I did (taken from the blog http://saramedeirosnutricionista.blogspot.pt):
 
Ingredients:
– 2 cups spelt flour (you can use wheat if you like, I always prefer a healthier alternative)
– 1/2 cup of carob flour
– 1 teaspoon baking powder
– 1 cup + 1 tablespoon grated coconut
– 1 1/4 cups coconut sugar (or brown sugar)
– 1/2 cup of sunflower oil (or coconut oil)
– 2 cups water
 
Preparation:
1. Mix the flour with the baking powder in a large bowl
2. Add the grated coconut and sugar
3. Add the oil and water and mix well until the mixture is homogeneous. The dough is very liquid so that the cake has a moist texture after cooking
4. Grease a form with sunflower oil
5. Bake at 180 ° C for 30-35 min.
 
It was delicious and completely approved by the little ones!! 
 
 

Yoga Diary: Compromisso / Commitment

Passou algum tempo desde a última vez que aqui escrevi! Torna-se bastante fácil perder a noção do  tempo no meio do caos da vida do dia-a-dia. Uma das únicas coisas que eu me esforço por manter é a minha prática de yoga. Mesmo que seja por apenas 10 minutos, eu tento sempre desenrolar o meu tapete pelo menos 5 dias por semana.

Eu costumava praticar todos os dias por volta das 7:30-8 horas da manhã, depois do meu filhote estar levantado e com o pequeno-almoço tomado! No entanto, isto deixava-me com pouco tempo para a minha prática e eu acabava por estar sempre estressada! No outro dia decidi começar a fazer o esforço de acordar às 6h da manhã para praticar, para que pudesse estar despachada quando toda a gente acordasse.

Não tem sido fácil porque me sinto cansada e bem precisava das horas extra de sono! É preciso muita disciplina, e um grande compromisso com a prática, mas especialmente comigo mesma para manter este ritual. Mas todas as manhãs lá estou eu, à luz da vela, respirando e movimentando o meu corpo no tapete, no silêncio do amanhecer. Sabe muito bem, é tão rejuvenescedor, tão íntimo! Sinto que consigo realmente focar-me na minha respiração e no meu interior. É uma prática completamente diferente, sem distracções, onde consigo estabelecer uma ligação comigo mesma bastante profunda. Dita completamente o resto do meu dia! Eu sei que me torno uma pessoa melhor, mas especialmente uma mãe melhor quando tenho esses momentos de manhã cedo apenas para mim! Para além disso, o compromisso com a prática ensina-me como manter os outros compromissos que tenho na minha vida.

 

Este é o primeiro post da nova secção aqui no blogue: ‘Yoga Diary’, onde irei partilhar convosco os efeitos, benefícios e lutas, da minha prática diária de Ashtanga Yoga! 

 

It’s been a long time since I last wrote here! It is far too easy to loose track of time in between the chaos of my busy daily life. The one thing that I strive to maintain is my yoga practice. Even if it is just 10 minutes on my mat, I try to unroll it at least 5 days per week. I used to practice at 7:30-8 am, after my little one is up and fed! However this usually left me with little time to practice and I ended up stressing myself with time. The other day I decided to start practicing at 6am, so I would be done by the time everyone is awake.
It hasn’t been easy, because I usually feel very tired and could use the extra hours of sleep. But every morning there I am, by candle light, breathing and moving on my mat, in the silence of the early hours of the day.
It feels so good, so rejuvenating, so intimate! I feel that I can really focus on my breath and turn inwards. It is a completely different practice. One without distractions. One where I truly, deeply connect with myself. It completely sets the day for me! I know that I am a better person and specially a better mum when I have those moments all to myself early in the morning! Also, the commitment to my practice teaches me how to commit to other things in my life. 

 

This is the first post of a new section here on the blog: Yoga Diary, where I will share my experience, benefits and struggles of a daily Ashtanga Yoga practice! 
 
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